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.: fortuna crítica — Denise Teixeira Viana :.

 

 

 

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" (...) Não dá para escolher qual poema tem mais cor, mais vida e pulsa mais. Cadência de respiração ofegante, ritmo de samba louco, volúpia de bacanal, os poemas-contos de Denise não deixam nada por dizer, e a frase não fica pela metade. Denise Teixeira Viana conhece as palavras. Conhece sua força e sabe exatamente como utilizá-las para dar contorno às suas imagens poéticas. Denise não brinca em serviço. Como ferreira, malha no compasso certo sobre o ferro quente das palavras até conseguir moldar a figura certa na têmpera perfeita. (...) Não sei qual a razão que levou a poeta a preferir essa edição mais tímida. Seus poemas são de qualidade e têm raça e força para enfrentar um volume com capa colorida, tamanho 14 por 20. Vamos esperar que a boa poesia de Denise apareça com cheiro de tinta tipográfica e penetre nas estantes das livrarias para que então possa ser comprada por todos aqueles que desejam conhecê-la de perto, apalpá-la, cheirá-la, boa poesia fruta do mato."

Henrique Novak,  Diário Popular, "Página do Livro", São Paulo/SP
 

 

"Ponto de bala. Poemas que mostram a mulher e sua sexualidade, de ângulo e ponto de vista pouco difundidos: a mulher como ser humano assumido."

Canto Livre, São Paulo/SP

 

"Denise Teixeira Viana participou da antologia Cem poemas brasileiros, Editora Vertente, e da coletânea Doze poetas alternativos, merecendo calorosos louvores da crítica.

Seu mais recente livro é Ponto de bala. Lemos, com interesse, seu trabalho e concluímos que Denise Teixeira Viana é uma poetisa que abre os caminhos de sua poesia com foice, facão e porrete, vigorosamente, com uma coragem de dizer que somente possuem os que sentem, em profundidade, o que dizem."

Lyad de Almeida ,  Letras Fluminenses, "Estante", Niterói/RJ

 

"Se dá pra dizer que é uma poesia feminina (existe isso?), eu digo. Uma poesia que começa pelo corpo e vai em espiral, girando, girando, passando por certo amargo social, e vai voando por aí."

O Repórter do Povo, Mococa/São Paulo

 

"(...) Lírica e real, sua poesia questiona e instiga."

Folha de Piqui, Crato/Ceará

 

"Arte/manha, novas poesias de Denise Teixeira Viana que cativa os leitores através das mensagens francas, sem preconceitos."

Clarinadas Líricas, Ipiaú/Bahia

 

"Vejo através da Arte/manha que Denise continua em plena forma. Os versos múltiplos acompanhados de alegria e de palavras vertentes, banhados de sensibilidade erótica, fazem de Denise Teixeira Viana um delicioso happening e uma arte/manha."

Correio do Sul, "Diversos Caminhos", Varginha/Minas Gerais
Zanoto, jornalista, poeta

 

"Em edição particular, Denise Teixeira Viana apresenta Armas & bagagens, folheto de poucas páginas, segunda coletânea individual da autora, que intenta uma poesia coloquial-lírica, não raro grotesca, mas de grande carga poética."

Jornal de Petrópolis, "Livros & Cultura, Petrópolis/RJ
Fernando Py, poeta, tradutor, crítico literário

 

"(...) Denise participou de várias antologias de poetas jovens e pratica um tipo de poesia bastante característico de boa parte do poetar feminino de hoje.

As mulheres estão falando intensamente de seu dia a dia, de suas emoções antes recalcadas, da maneira como veem realmente os homens, os seus homens particularmente, e de como se olham no espelho de si próprias.

Algumas abertamente, outras, de modo mais velado, as praticantes do fazer poético estão frequentemente falando de seu relacionamento com o parceiro ou, em alguns casos, com a parceira.

O desnudamento faz parte da chamada emancipação feminina. Tanto o físico quanto o psicológico e o social. A poesia feminina e jovem de hoje tem, portanto, mais um tom confessional, íntimo, subjetivo e pessoal do que outro qualquer.

Os textos de Denise Teixeira Viana inscrevem-se na linha do pessoal, agasalhada no jogo verbal da paronomásia, do ludismo fonético e da associação espontânea de ideias. (...)"

Jornal de Letras, Rio de Janeiro/RJ
Reynaldo Valinho Alvarez, poeta, crítico literário


"Arte/manha, folheto de Denise Teixeira Viana, edição da autora. Seus poemas impressionam pelo coloquial, mas não um coloquial qualquer e sim uma dicção revestida de uma ironia cáustica, não raro se debruçando sobre os desacertos das relações entre o homem e a mulher, e aonde vai aportar todo o erotismo da autora, igualmente enfocado sob uma capa de escárnio."

Jornal de Petrópolis, Petrópolis/RJ
Fernando Py, poeta, tradutor, crítico literário


"Denise Teixeira Viana, editora do Leiamigos, é uma poetisa que liberta (com intensidade) surpreendente mundo lírico. Em Armas & bagagens, edição da autora, Rio de Janeiro, 1982, a autora, em dez poemas, apresenta uma visão existencial, digna de meditação. Os poemas em sequência (dentro de um nível que em nenhum momento descamba para a vulgaridade) revelam uma poetisa dotada de rara segurança. (...)"

Jornal de Jundiaí, Jundiaí/São Paulo

 

"Poesia forte, bem estruturado jogo de palavras, estilo próprio no conteúdo bagagem das estradas da vida."

Pipoca Arte & Cultura, São Paulo/SP

 

"(...) Armas & bagagens é uma coletânea de poemas bem construídos onde Denise expõe toda uma sensibilidade. Vale a pena. É lindo e lindo."

Arte a penas, Viçosa/Minas Gerais

 

(...) "Os textos de Denise alinham-se na corrente da poesia feminina contemporânea, que reivindica os direitos da mulher com relação ao próprio corpo e às suas sensações mais íntimas."

Jornal de Letras, "Panorama da poesia brasileira", Rio de Janeiro/RJ
Reynaldo Valinho Alvarez, poeta, crítico literário

 

"Muito pelo contrário, de Denise Teixeira Viana, é um livro de poesia que revela um universo de admirável expressão. A autora leva o leitor a sentir e a meditar em profundidade."

Jornal de Jundiaí, Jundiaí/São Paulo

 

" Desde sua segunda coletânea Armas & Bagagens, Denise Viana vem me chamando a atenção pelo insólito de sua poesia, a um tempo sóbria e derramada (mais no fundo que na forma), a crueza da linguagem e, ao mesmo tempo, a metáfora empregada sem economia,  o que dá a seus poemas um caráter de coisa sempre nova. Este Muito pelo Contrário mostra a autora bem mais segura da linguagem e do discurso, alcançando uma invejável maturidade expressiva."

Diário de Petrópolis, Petrópolis/RJ

 

"Muito pelo contrário, o novo livro da escritora baiana Denise Teixeira Viana, traz poemas orgânicos, criando situações eróticas, despertando a sua libido e conduzindo o leitor com mão de mestra através dos caminhos do corpo. A autora consegue poemar sobre pus e duodeno, goza lúcida entre arbustos, metaboliza vômitos e ínguas e se deixa cerzir com linhas de luxúrias, grilhões, fivelas e cadeados. 'Órbita' é o poema em que ela consegue dissecar o corpo humano, vira o avesso do leitor com uma sensível colocação de palavras mágicas que desavessa o feio corpo, jogando-o algaraviadamente 'num denso tapume de tara e húmus'. No final da leitura, ficamos com a sensação de que nós somos simples mortais, possuidores de vesícula, varizes, vulvas, narinas, nervos esclerosados e sentimos desejos inconfessáveis, cólicas, raiva, rouquidão, tatos e olfatos, adulteramos óvulos e sêmen e nos tornamos humanos nos contatos orgíacos, na privacidade da noite."

Jornal do Planalto, Cruz das Almas/Bahia
Hermes Peixoto Santos Filho

 

"Poesia marginal, escrita com algum brilho e espírito de sarcasmo e revolta."

Correio do Sul, "Diversos Caminhos", Varginha/Minas Gerais
Zanoto,  jornalista, poeta

 

"Muito pelo contrário": Um livro lindíssimo com poemas extremamente bem escritos, sinceros, que evocam o saber poético de Denise Teixeira Viana. (...)"

Correio Braziliense, "Independentes, Brasília
Anand Rao,  jornalista,   poeta

 

"Armas & bagagens" é um livro gostoso, fino, pesado, leve, meigo, nervoso da poeta Denise Teixeira Viana. Seus poemas são extensos, ilhados no pensamento da poeta, expressando os sentimentos de sua alma, magos em paixão e coração. Com palavras, ritmos, harmonias bem utilizados nos poemas, Denise é uma das boas poetas do Brasil na atualidade."

Correio Braziliense, "Independentes", Brasília/DF
Anand Rao,  jornalista,  poeta

 

"Arte/manha". Poemas diversos de Denise Teixeira Viana. Com capa criativa onde o nome de Denise se confunde com o título do trabalho num encadeamento de sensações, o conteúdo revela uma poetisa que sabe o que quer e cativa na indução do leitor à revelação de seu interior."

Correio Braziliense, "Independentes", Brasília/DF
Anand Rao, jornalista,  poeta

 

"Recebi da amiga, poetisa e jornalista do Rio de Janeiro, Denise Teixeira Viana, o seu pequeno grande livro Arte/manha, no qual, de forma sutil e encantadora, nos fala do amor sem fronteiras e sem preconceitos, expondo, erótica e sensualmente, sua poesia com letra maiúscula, (...)"

Diário da Manhã, "Fronte Cultural", Chapecó/Santa Catarina
Silvério da Costa, poeta, jornalista

 

"Obrigado pela remesssa de seu delicioso Coisa com Coisa. Li e pude verificar que você é sempre a mesma excelente poetisa. O estilo é inconfundível. (...) Você esparge belas palavras pelos caminhos."

Correio do Sul, "Diversos Caminhos", Varginha/Minas Gerais
Zanoto, poeta, jornalista

 

"Em minhas mãos o livro Coisa com Coisa, da poetisa e amiga Denise Teixeira Viana. Trata-se de um livro essencialmente erótico-sensual. Para quem conhece e acompanha a obra de Denise, no seu fazer poético, sabe que ela não se afastou um milímetro do tema que mais gosta, numa linguagem incandescente, que galvaniza o leitor do começo ao fim."

Diário da Manhã, "Fronte Cultural", Chapecó/Santa Catarina
Silvério da Costa, poeta, jornalista

 

"Agora Denise vem a público com este Coisa com Coisa, contendo poemas maduros, bem estruturados e com emoção. A junção sensibilidade e técnica demonstram a destreza de quem sabe escrever."

Floresta, Belo Horizonte/Minas Gerais

 

"Quero te dar os parabéns pelos ótimos trabalhos feitos por você. Você é 10."

Dário Monteiro, editor, São Paulo/SP

 

"Coisa com Coisa. Mais uma vez a guerreira Denise T. Viana chega com um novo trabalho. É incansável nesta arte do verso. O título acima é de um opúsculo onde as palavras se retroalimentam, se reverberam , formando uma ecolalia de grande sonorização. Denise é profundamente erotizada, provocante, atrevida. Se for mulher tal qual escreve... meu Deus... que maravilha!"

O que Presta Conta, Ipatinga/Minas Gerais

 

"Poesia forte, crítica, impregnada de sensualidade, tramada numa linguagem de sequências, cortes, rápidas sucessões de imagens na justaposição dos signos."

Jornal Nozarte, Rio de Janeiro/RJ

 

"Teu vigor poético é intenso. Você sabe colocar cor, sabor e cheiro num poema."

Chagal, poeta,  São Paulo/SP

 

"Uma poesia muito mais que sensual, erótica, que dá para estimular bons momentos."

Alone News

 

"Você tem um modo de escrever totalmente liberto de formalidades puritanas. Isto faz de você uma grande poetisa!"

Luiz Balthazar, poeta, Barbacena/Minas Gerais

 

"Gosto da forma sincera como canta o amor e o prazer... É material, exuberante..."

Edgar Franco, editor,   Ituiutaba/Minas Gerais

 

"Denise, você lava, seca, encera, brilha, retoca. E as palavras conseguem outra força."

Lourival Farias Sodré, poeta,  São Paulo/SP

 

"... poesias bonitas, interessantes e que bem expressam sua inteligência, o amplo domínio de sua criatividade."

Sergio Júnior, poeta,  Rio de Janeiro/RJ

 

"Adorei o seu livro Coisa com Coisa. Uma linguagem aberta, liberta e esperta. Toca na ferida e a faz abrir. Coragem acaba com a maquiagem social."

Ziney Santos Moreira, poeta,  Ribeirão Preto/São Paulo

 

"Você é realmente uma grande poetisa. Você maneja a língua portuguesa a seu bel-prazer e, de uma nova maneira, consegue evocar no leitor os sentimentos que você quer."

Ana Laura, poeta,  Rio de Janeiro/RJ

 

"Com seus versos há a liberdade saborosa da vida pulsando forte, intensa, divina como o próprio ato de amar... Em cada trabalho seu há um rasgo nas veias da nossa percepção, deixando jorrar toda a nossa sensibilidade para apreciar cada palavra sua e mergulhar em suas entrelinhas."

Ziney Santos Moreira, poeta,  Ribeirão Preto/São Paulo

 

"Gostei muito do seu Coisa com Coisa. Adorei o estilo. Versos marcantes. Verdadeiras imagens."

Rubens Dias,  São Gonçalo/RJ

 

"Suas poesias são orvalhos a batizarem calmamente o meu corpo de cultura."

Ziney Santos Moreira, poeta, Ribeirão Preto/São Paulo

 

"Suas poesias são como uma espada em brasa, pronta para cauterizar alguma ferida, ou queimar a carne, sempre deixa marcas."

Soter Bentes, Niterói/RJ

 

"Os versos da escritora se baseiam na temática feminina/feminista, onde encontra liberdade para expor sentimentos eróticos e líricos."

Jornal Povo do Rio, "Variedades",  Rio de Janeiro/RJ

 

"Gostei do seu estilo inovador, com farto conteúdo erótico, sem cair na apelação."

João W. Griebeler, poeta, Roque Gonzales/Rio Grande do Sul

 

"Na poesia, Denise realmente é um vulcão. Não só as palavras, mas as imagens e metáforas de Denise Teixeira Viana se afiguram fortes lavas poéticas, que são receptáculos da explosão da inspiração dessa autora."

Correio do Sul, Varginha/Minas Gerais, Júlio La Barca

 

"Gosto da tua poesia. É forte, sensual, arrebatadora... dá pra perceber em você uma poetisa madura, hábil com as palavras e sincera com os seus sentimentos em relação à vida. (...) Tua poesia tá cada vez mais forte, mais vibrante, mais excitante... Me sinto privilegiado por receber você, assim... assim... tipo 'carne osso e coração'. (...) Eu acho que cada poema teu é uma síntese da tua obra e de ti mesma."

Lau Siqueira, poeta,  João Pessoa/Paraíba

 

"(...) Denise T. Viana se insere no universo poético brasileiro como uma mulher ousada que sabe o que diz, dona do seu nariz."

Jornal O Capital, Aracaju/Sergipe

 

"A tua poesia me comove, me excita, me faz sentir que estamos vivos e que somos responsáveis pela transformação da carne em expressão da vida."

Lau Siqueira, poeta,  João Pessoa/Paraíba

 

"(...) Para mim, você é um dos expoentes máximos da Poesia Lés... e, quando fala de homem, você é dominadora."

Jorge Domingos, poeta,  Petrópolis/RJ

 

"(...) Coisa com Coisa contém poemas lindos, de um estilo diferente do poema erótico, com livre uso de expressão sem, contudo, perder o ritmo ou sair do assunto. É brilhante seu jogo de palavras dissociadas, porém completas no seu sentido textual."

Dirceu de Amorim Marinho, trovador,  Rio de Janeiro/RJ

 

"(...) São poemas de forma e estilo totalmente novos para mim. Você consegue dar num poema, ritmo com palavras desconexas com variação de assunto sem perder o contexto. Isto é incrível! Mas para você parece algo banal, sendo um livro de poemas anatômicos, fisiológico com total dissecação do corpo humano em seus vários estágios e reações."

Dirceu de Amorim Marinho, trovador, Rio de Janeiro/RJ

 

"Você é o máximo! Ler as suas obras é despertar os impulsos latentes; é despertar as fantasias, é extasiante."

Jozias Lopes Camboim, poeta
Cabo de Santo Agostinho/Pernambuco

 

"Adorei esse seu jeito de escrever. Você consegue associar os sentimentos a fatos constantes da vida, tornando-os mais sublimes e indescritíveis. Gostei desse seu jeito de deixar algumas coisas subtendidas por meio de metáforas fantásticas."

Renata Pereira, poeta, Três Rios/RJ

 

''Mas preciso dizer-lhe o quanto me impressionou a força poética e transfiguradora de sua poesia em Ciladas. É a poesia da verdade em carne viva. Corajosa e séria.''

Artur da Távola, poeta, jornalista, Rio de Janeiro/RJ

 

''Sua verve explode com a força de uma torrente insopitável, mas, eis a surpresa, contida aqui e ali por mãos e olhos vigilantes.''

Reynaldo Valinho Alvarez, poeta, crítico literário, Rio de Janeiro/RJ

 

"Gosto da sua poesia pela metralhadora que ela é e a irreverência que a consuma. A onomatopéia de que você usa e abusa fica a martelar nos olhos-ouvidos da gente, (...)"

Irineu Volpato, poeta, Santa Bárbara D'Oeste/São Paulo

 

"A poesia de Denise se expressa num tom de plena liberdade tanto física quanto psicológica, o que está de acordo com uma visão moderna da mulher. Suas imagens incisivas aproximam por vezes palavras que pouco têm a ver uma com a outra, e ela emprega, aliás com bom proveito poético, paronomásias e demais efeitos fônicos, com absolutamente livre associação de ideias."

Diário de Petrópolis, "Literatura", Petrópolis, RJ
Fernando Py, poeta, tradutor, crítico literário

 

"Sua literatura é frenética e melindrosa. Traz um misto de gana bissexual."

Rose de Arruda, poeta, Cuiabá/Mato Grosso

 

"(...) parabenizo-lhe pela altíssima qualidade poética dos seus textos: sua poesia é muito bela, transpira uma sensualidade das mais envolventes e redimensiona o humano."

Raimundo Leontino Filho, editor
Pau dos Ferros/Rio Grande do Norte

 

"Que poesia é essa menina??? Nossa! Muito bonita e picante. É interessante ver o desejo de um outro feminino assim tão próximo."

Welyom Telles, Salvador/Bahia

 

"(...) Sinceramente eu me apaixonei por seu estilo! (...) Me lembra muito o estilo do paraibano Augusto dos Anjos. Você tem um estilo muito forte."

Sérgio Saggard, poeta, Bayeux/Paraíba

 

''Uma poesia suave, gostosa e prenhe de sensações e desejos bem conduzidos como a sua, só pode mesmo reproduzir incontáveis emoções em quem a lê. Você é mesmo uma poeta do amor."

Valderez Alves, professora e jornalista, São Gonçalo/RJ

 

"Tua poesia é rítmica, silábica e urbana. Rítmica, porque baiana, às vezes dá para ouvir o 'badalar' de um berimbau quase que nitidamente no ritmo dos versos. Silábica, porque uma sílaba sugere a outra; uma palavra engravida outra; e assim vai num sucedendo de golpes de 'ballet' e capoeira. Urbana, porque rápida, às cruelmente veloz, parecendo que o que se dá (ou quem se dá) se dá por inteiro, tão inteiro que se dá rapidamente para não se desmanchar em pedaços. (...)"

João de Abreu Borges, poeta

 

''Denise Teixeira Viana, poetisa baiana radicada no Rio de Janeiro, há bastante tempo está exigindo da crítica literária o reconhecimento do seu trabalho. Quando isso acontecer, será colocada entre os grandes nomes da poesia brasileira. Herdeira de toda uma tradição da poética ocidental, cujo tronco mais famoso é a grega Safo, Denise canta o amor em toda a sua carnalidade. Não é à toa que um de seus livros chama-se Coisa com Coisa".

Jornal O Cidadão, Passo Fundo/Rio Grande do Sul
Paulo Monteiro, crítico literário

 

"Poetisa

Ao ler teus versos finjo que são pra mim. Sonho, divago, fantasio. Tuas palavras de amor me tocam como carícias. Com desejo e com carinho percorrem todo o meu corpo: me arrepio..."

Touché, poeta, Guarulhos/São Paulo

 

" (...) O que mais me salta aos olhos é exatamente como você denuncia os limites — as carências, a dor — do amor físico, ainda que só acredite nele. Radicalmente antirromântica (a meu ver, um dos seus traços mais extraordinários), você denuncia a todo instante o 'podre', o 'precário', o acidental, e 'mórbido', que há no sexo, e sobretudo na vida. É como se você tudo fizesse para resgatar essas limitações (como em "Pontus fracus", realmente admirável), mas a todo instante elas emergissem e você tivesse de apontá-las, registrá-las, incorporá-las (às vezes, bem claramente, como em "Coisa com Coisa", ótimo). É uma poesia de tensão e angústia dilacerantes, existencial e expressionista, em que o erotismo é uma espécie de 'veículo' (inclusive nos sentidos pictórico e farmacológico). Daí a anatomia — e a patologia — evidentes do seu vocabulário, em constante contraponto com a minuciosa captação de um cotidiano todo substancioso e sensorial. Ao mesmo tempo, jogando com rimas internas e paranomásias reiterativas (de alto valor expressivo), você domina sutilezas como a de encadear palavras em que omita precisamente a que 'explicaria' o conjunto, ou a de apenas sugerir os desdobramentos subsequentes. Outra característica decisiva de toda a sua 'alquimia' é você lidar com um intimismo não confessional (ou raramente confessional), que enriquece esteticamente o texto, (...) É uma poesia que quanto mais 'impessoal', indireta e trabalhada, mais força terá. (...)

Mauro Gama, poeta, tradutor, crítico literário,  Mendes/RJ

 

"E eu amei tuas poesias! (...) Achei-as deliciosas. Você propõe, dispõe um banquete com as palavras, são a síntese perfeita que encontrei da transa, as palavras transam, se acasalam, se fundem, se provam, se penetram. (...) É bom encontrar alguém que trabalha tanto as poesias, uma verdadeira poetisa desse ofício, o teu é químico e biológico, tecelã orgânica."

Camélia, Curitiba/Paraná

 

"Gostei de percorrer
teus versos,
às vezes algozes
incestos...

Gostei de senti-los
na for ça do desnudo,
sem meias palavras...
Doces e amargas,
sobretudo sinceras! "

Regina Lyra, poeta,  João Pessoa/Paraíba

 

"Denise Teixeira Viana? Ótima. (...) Faz poesia Lés, mas não assume isso, Oh, não estou dizendo que ela é Discípula de Safo, Sáfica, Tríbade - temos que ser politicamente corretos -, porque eu também não aprecio que digam que sou Gay apenas porque meus escritos têm algumas conotações wildianas... Denise Teixeira Viana parece escrever sob Compulsão, tipo personagem de Roman Polanski. Parece estar experimentando na Carne as sensações que descreve. Diria que compõe com as Entranhas. E sempre nua sobre lençóis branquíssimos."

Marsupial, Belém/Pará, Jorge Domingos, poeta

 

A LITERATURA BRASILEIRA DE HOJE
E A POESIA DE DENISE VIANA
por MAURO GAMA

Na escassa crítica literária do Brasil de hoje, os conceitos são frágeis, e os preconceitos robustos. Mais do que em outras fases, além da enorme diversidade de tendências, há também uma rígida divisão social, e psicossocial. Existe mesmo uma literatura oficial e oficiosa, que oscila entre o conservadorismo, digamos, intransigente, e a vanguarda oportunista, bem ajustada, como um ex-ripão de crina bem aparada e engravatado. Essa literatura, obviamente, detém um quase monopólio comercial das editoras. Do outro lado talvez do abismo , longe das luzes, dos badalos e dos bagos, ressurge uma literatura marginal, em folhetos de papel ou eletrônicos — entre os quais a dádiva do Balaio — , inventiva, intensa, rebelde por natureza. No caso da poesia, é bom lembrar que grande parte dos autores significativos, em todos os tempos, andaram por essa trilha. Uma autora baiana há anos no Rio de Janeiro, Denise Teixeira Viana, vêm-se divulgando desse modo: tem uma folha alternativa, Leiamigos (mais de 400 números publicados) e um site na Internet (www.deniseteixeiraviana.com), editou em 96 Ciladas pela Achiamé e agora nos envia um folheto, Marsupial, com apenas nove poemas. Há quem só a admire — ou quem só a rejeite — pelo "erotismo ilimitado"que já lhe apontaram, em abordagem equívoca de seu texto. O que nos salta aos olhos não é bem isso: é a forma — muito construída, embora sempre de ímpeto oral — como seus poemas denunciam exatamente os limites, as carências, a dor da afeição física, ainda que só acreditem nela. Radicalmente antirromântica (o que pode soar sem novidade mas é extraordinário, quando vemos quanto fungo romântico ainda se cria na literatura), Denise designa obsessivamente o "precário", o "podre", o acidental, o mórbido que há no sexo, e na vida como um todo. Para isso, não teme o episódico e vil do dia a dia ("te negociar na sucessão de aftas/ óvulos nódulos módulos"). Na verdade, é como se ela fizesse tudo para resgatar essas limitações, vencê-las e dominá-las na escrita, mas a todo instante elas emergissem de novo e a autora tivesse de reincorporá-las, com um tom de rogo e de protesto, porém sem exposição biográfica: comunicando uma experiência coletiva, um dilema crucial da espécie humana ("seremos pós/ na mesma geada/seremos sós/na virada do século/seremos nada na invernada/no espéculo/seremos nós enfim sós"). É uma poesia de tensão e angústia, existencial e expressionista, em que o erotismo é uma espécie de "veículo", inclusive nos sentidos pictórico e farmacológico. Daí a anatomia — e a patologia — evidentes de seu vocabulário "sujo", terrestre, em meio à captação toda orgânica de um cotidiano vivido visceralmente, na relação imediata e sem comprometimento. Tramando o texto com rimas internas e entrelaçadas (como em "compulsão de colhão/comua falcatrua", ou "cordatas de cachês michês magnatas"), Denise domina sutilezas como a de encadear palavras em que omita precisamente a que "explicaria" o conjunto. Além do que é decisivo, para essa sua alquimia, lidar com um intimismo não-confessional — ao contrário do de Leila Miccolis, ou do de Ana Cristina César —, o que lhe enriquece esteticamente o poema. Denise trabalha, assim, uma poética que, quanto mais indireta e metonímica, mais forte e convincente se torna, mais substância e paixão nos passa, aqui e ali como se explodisse: "a fervilhar de vícios equivalentes suplícios/ desmanchar na vidraça/arruaça de relâmpagos e vidrilhos".

BALAIO PORRET@ 343, revista eletrônica

 

"És uma grande escritora, e que eu sou um humilde fã que gosta muito do seu estilo de escrever, cheio de particularidades que só você tem. Já li muita coisa parecida, mas não igual. Você tem uma linha muito original e muito bem elaborada e que agrada muito a quem gosta de leitura de qualidade."

Sérgio Saggard, Bayeux/Paraíba

 

"Você é poeta na raiz da palavra. (...) Vou reler seus livros outras vezes, pois sua poesia é para estar sempre com a gente. Valeu (vale)!"

Sérgio Bernardo, poeta, Nova Friburgo/RJ

 

"Recebi seu livro, CILADAS. Denise eu adorei! Estou lendo pela 2ª vez. Me dá vontade de ficar parado em uma só poesia e basta. São poesias sufocantes até com um estraçalhar de erotismo convincente. Sensualismo 'bruto', por isso real. Puro. Adorei muito." (...)

Correia, editor, Ribeira do Pombal/Bahia

 

" Li e reli seus poemas... Eles estão prontinhos para devorar... Menina, você escreve demais!!! Temos gênio na família!... Precisamos botar a 'boca no trombone."'

Thais Teixeira Matos, Rio Claro/São Paulo

 

"... você é poeta, poetisa, tudo isso e mais um pouco. Você é, Denise. Vai ser difícil se livrar disso, ou a esvaziarem desse conteúdo. Mais uma vez parabéns. Os cinco poemas são, inclusive, equilibrados, do mesmo nível de qualidade, materialidade, vigor verbal. Meus parabéns, mais uma vez, [...]"

Mauro Gama, poeta, tradutor, crítico literário, Mendes/RJ

 

"... faz muito tempo que não recebo poemas tão limpos, brilhantes, tesudos e inteligentes, você é uma fabulosa poetisa, espero deleitar-me mais uma vez com sua poesia, faz já alguns dias que recebi sua carta, mas ainda estou sob o efeito alucinógeno dos seus versos, [...]"

Miguel Vieira, poeta, Abreu e Lima/Pernambuco

 

"A sua poesia não 'explora' o sexo, mas o recria com uma intimidade única, toda sua, como se os poemas não saíssem da sua mão que escreve, mas do corpo todo, e do desejo."

Mauro Gama, poeta, tradutor, crítico literário, Mendes/RJ

 

"Eu tava lendo seu livreto Coisa com coisa. É maravilhoso! Gostei tanto! Vou tê-lo p/ toda minha vida!"

Romulo Ferreira, poeta, Ouro Preto/Minas Gerais

 

"Denise, ler você é ter tesão, é vida, é mel que de tão doce pode matar-me. Adoro ler-te. [...] Seus poemas são de fato lindos, de uma linguagem pura e poética..."

Miguel Vieira, poeta,  Abreu e Lima/Pernambuco

 

"... O homem, no desenrolar da história, procura ocultar seus desejos mais íntimos e a intensidade das fantasias eróticas que ocupam seu imaginário; porém, os poetas nos descortinam esse mundo encantado de desejos contidos que afloram maravilhosamente ou abruptamente no consciente de cada um. Nos poemas de Denise Teixeira Viana esse mundo encantado aflora de maneira intensamente erótica.

Há uma estreita relação entre arte e sociedade. O homem vive, sente e pensa de acordo com sua circunstância. A literatura expressa em verso e prosa, os acontecimentos que influenciam o pensamento de uma sociedade de acordo com seu tempo. Em 1996, a autora de poesia contemporânea Denise Teixeira Viana lançou seu primeiro livro de poemas no circuito comercial, cujo título Ciladas nos incita a questionar em que ciladas ela nos conduzirá. (...)

Ao nos conduzir nos caminhos de seus poemas, Denise nos diz em tom confessional, intimista e pessoal o que pensa a respeito do amor, desejo, erotismo e sociedade."

Nancy Mireija Del Carmen Valdés Donola,
excerto da monografia apresentada ao Departamento de Letras da Universidade Estácio de Sá, Rio de Janeiro

 

"... Li de novo seus poemas que são personalíssimos, originais, com uma marca de modernidade e um eixo de linguagem popular bem sua. Excelente!..."

Rita Moutinho,  poetisa, ensaísta, professora, coordenadora da Enciclopédia de literatura brasileira, Rio de Janeiro/RJ

 

... "São novos e inconfundivelmente seus. Sua escrita permanece totalmente original e impregnada de substância viva, do dia a dia do corpo e da existência. Mais uma vez, meus parabéns..."

Mauro Gama, poeta, tradutor, crítico literário,  Mendes/RJ

 

..." Li há pouco os quatro poemas que me mandou. São bons exemplos do que lhe disse ontem. Os seus poemas sempre têm concreção e continuidade, e parecem expressar ainda mais as suas entranhas do que você mesma..."

Mauro Gama,  poeta,  tradutor,  crítico literário,   Mendes/RJ

 

" Realmente sua verve poética é excitantemente adorável.   Adorei ler essa obra."”

Dráuzio Correia,  Ribeira do Pombal/ Bahia

 

"Denise, este novo site é de arrebentar. Devorei e amei. Sem muitas palavras pra descrever meu encanto e profundidade do mesmo.

O convite pra entrar no ventre das emoções é no mínimo transcendental."

Antonio Roberto Teixeira, professor e fotógrafo,  Uberaba/Minas Gerais

 

"Racional, civilizada e despudoradamente, me recuso a negar esta comedida erotização que seu poema URGÊNCIA tenha causado fisiológica e mentalmente, seguida de um absoluto êxtase contemplativo de sua inteligência filológica e talento literário. Obviamente que seria um pleonasmo dizer que nesta sua obra não há nada de RALÉ. Parabéns. Você conseguiu, és autora de uma autêntica obra-prima da poesia global; e preciso te ler mais."

V.  L. Farias,  fotógrafo, ensaísta literário,  poeta,  Rio de Janeiro/RJ

 

"Denise! Teus escritos têm grande valor. Estão entre meus prediletos, agora, com toda certeza. Forte abraço."

Fábio dos Santos Cesar,  poeta,  Rio de Janeiro/RJ

 

Friedrich Hebbel disse: "Diante de um grande poeta, tem-se a sensação de que as coisas que permaneceram escondidas no caos emergem." "É o que sinto diante da sua poesia contemporânea e corajosa. Você é referência na nova poesia erótica alternativa."  Um abraço,

Touché, poeta, Guarulhos/São Paulo

 

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